domingo, 24 de maio de 2009

(margarida lisboa)

próximo projecto


partindo do conceito do visível/ invisível... esse tema tão pouco vago. mas que tal voltar às origens? como se nos pedissem para imaginar uma cadeira, o que nos vêm logo à cabeça (falando por mim) é uma cadeira de linhas simples de madeira sem nada de mais a declarar. vamos brincar com a óptica, vamos brincar as escondidas....o que se tornou "invisível" mesmo sem o ser, ou talvez não. todos conhecem a história do "rei vai nu" (senão prometo dentro em breve meter no blogue), pois bem tentarem "embrulhar pinturas"  nesse "tecido mágico" de que era, supostamente, feito o fato do rei. mas como não quero esquecer linhas de trabalhos anteriores, só vos digo que o feminino estará como sempre em força. 

deixo-vos com uma música:


"mulher invisível"

Composição: Ritchie/Bernardo Vilhena/Steve Hackett

A mulher invisível
Como foi, ninguém sabe muito bem
Ela entrou feito um raio
Não esbarrou em ninguém
Vive sempre assim, a mil anos além
A mulher invisível

Entra e sai, muita gente, confusão
O sinal fechado, e ela vem na contramão
Ela é invencível, pura ficção
A mulher invisível

Ela está onde ninguém está
Ela é dona da noite, abandona o dia
Ela mora em nenhum lugar
Ela é pura energia......

Vai passar, está passando, já passou
Seu olhar nos olhos é uma história de amor
Não me deixa só, me deixe por favor
Oh mulher invisível

Muito perto o deserto do olhar
Longe o horizonte, a imensidão do mar
Mas onde será que ela quer chegar?
A mulher invisível

Ela está onde ninguém está
Abandona a noite, é dona do dia
Ela mora em nenhum lugar
Ela é pura energia......


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